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Artigo de Opinião

25/06/2022 08:00

A última novela que tentaram criar prende-se com a alegada reposição da gratuitidade das entradas a crianças até aos 12 anos nos complexos balneares da Frente Mar Funchal.

A cantada do PS já começa mal porque é falso que anteriormente existissem entradas gratuitas até aos 12 anos. Não lhes deu jeito referenciar e é mais fácil apanhar umas frases a pataco para usar como apetece, mas, hoje, existem ao dispor, gratuitamente, dos mais novos e das suas famílias:

- Kids Club na Ponta Gorda;

- Uma nova sala de jogos na Barreirinha;

- Mesa de Ténis de Mesa no Lido;

- Hidroginástica para todos, todos os dias;

- Novo pavimento na piscina infantil do Lido;

- Wifi em todos os complexos;

- Bebedouros em todos os complexos (para que não aconteça como antes em que para beber águas as crianças tinham de ir à casa de banho ou tinham de comprar garrafas no bar);

- E, ainda, quiosques adequados nos solários do Lido e da Ponta Gorda, bem como, possibilidade de organização de festas de aniversários.

(Quem não percebeu, é favor ler novamente)

Esqueceu-se o PS que pensar nas crianças e na sua diversão não se resume a oferecer entradas gratuitas, mas assenta na criação de melhores condições e atividades para que pequenos e graúdos possam aproveitar estas instalações.

Esqueceu-se, também, o PS de dizer que o tarifário dos Complexos Balneares não sofreu qualquer aumento em 2022, ao contrário do que acontece com os restantes serviços no país que têm sido alvo de uma escalada nos preços. E, por cá, também não disse nada sobre o facto de serem cobrados 3€, a partir dos 4 anos, nas Piscinas do Porto Moniz. Ah, telhados de vidro.

É inacreditável que depois de terem tentado fechar a Frente Mar, agora tentem colocar em causa a melhoria das instalações, a reorganização da empresa e, no fundo, a sua sustentabilidade financeira, com acusações gratuitas, surreais e demagógicas. Deixem a Frente Mar e os seus trabalhadores em paz. Já bastam 8 anos de desvario socialista.

Por outro lado, o PS usou as vítimas de violência doméstica para dizer mal do PSD, mas esqueceu-se de dizer que a Sociohabitafunchal, no Regulamento de Atribuição de Habitação Social em vigor, aprovado em 2015, prevê, na parte respeitante aos fatores sociais da respetiva matriz de classificação, a atribuição de pontuação diferenciada, de forma favorável, a estas vítimas. Esqueceu-se que, em processos desta índole, a atribuição da casa de morada de família compete aos tribunais, sendo que, numa intervenção pró-ativa, esta empresa municipal, em articulação com outras entidades intervenientes na área de proteção das vítimas de violência doméstica, no período em que não há ainda decisão judicial, procura dar a necessária e urgente resposta em termos sociais. E isto até não acontece só agora. Nem as pessoas com quem trabalharam são reconhecidas. Triste!

Esqueceu-se o PS de dizer, ainda, que, nesta sessão, foram aprovados os contratos a celebrar com as Juntas de Freguesia (finalmente estruturados sob um clima de negociação e não de coação, como nos últimos negros anos acontecia) e os programas ALAVANCAR e RE-ABRIR, que têm como intuito apoiar o comércio local, serviços e restauração.

Isto de só falar no que dá jeito e como dá jeito, é deprimente. Ainda para mais agora, que, felizmente, a Assembleia Municipal do Funchal é transmitida em direto.

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