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PS: Carneiro propõe pacto entre 10 a 15 anos para disponibilização de 180 mil casas

O candidato à liderança do PS José Luís Carneiro propôs hoje um pacto para a habitação entre 10 a 15 anos que envolva o Estado, cooperativas e privados, para a disponibilização de 180 mil habitações.

“(...) defendemos um pacto que tenha caráter duradouro entre 10 a 15 anos, que envolva os parceiros públicos, desde a administração central à administração regional e à administração local, e que esse pacto possa ainda contar com o contributo das cooperativas e dos agentes privados, tendo em vista reforçar o parque público de arrendamento e lançar uma nova geração de habitação a custos controlados”, afirmou.

O candidato a secretário-geral do PS falava aos jornalistas na sede do partido, em Lisboa, acompanhado por Vasco Franco, antigo governante e vereador na Câmara de Lisboa, que ajudou a preparar a moção de orientação política de José Luís Carneiro.

O objetivo deste pacto, indicou José Luís Carneiro, é “aumentar o parque público de arrendamento de 2% para mais de 5%” e “avançar com maior celeridade na execução de habitação a custos controlados, dinamizando a resposta do lado da oferta e podendo promover uma redução dos custos das rendas”.

O atual ministro da Administração Interna prevê a disponibilização, entre construção nova e requalificação, de 180 mil casas, estimando um investimento de “mais de 21 mil milhões de euros”.

Vasco Franco, que detalhou a medida que está incluída na moção de José Luís Carneiro, indicou que metade será “financiamento bancário”.

O candidato à liderança indicou que esse pacto para a habitação poderá ser também alargado aos partidos, sustentando que “o objetivo é mesmo que todas as forças políticas democráticas contribuam para um amplo consenso político e social”.

José Luís Carneiro defendeu que “faz todo o sentido que os mais relevantes representantes da sociedade portuguesa sejam convocados para este compromisso de caráter duradouro, que contará certamente com o contributo de vários governos”, considerando ser “mesmo muito relevante que esse compromisso político e social possa ser estabelecido”.

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