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Jubileu de 2025: Programa da Diocese dedicado à aprendizagem da oração

JM-Madeira

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Data de publicação
28 Outubro 2023
15:29

Comunidade diocesana do Funchal conheceu hoje o plano pastoral para o ano de 2023/2024, que preparará os 2025 anos do nascimento "do Salvador", o Jubileu de 2025, dedicando a sua agenda "à vivência e aprendizagem da oração".

A Diocese do Funchal apresentou, este sábado, no Convento de Santa Clara, o plano pastoral para o ano de 2023/2024, que será dedicado ao ‘Jubileu da Esperança’.

O Programa Pastoral Diocesano irá preparar o "Ano Santo" de 2025, que, por vontade do Papa Francisco, "será todo ele vivido em clima de Jubileu" uma vez que se assinalam "2025 anos do nascimento do Salvador". Será um "tempo de alegria, misericórdia e graça", pelo que conforme já veiculado por Francisco, a sua preparação tem como lema ‘Peregrinos de Esperança’.

"Como preparação para o Jubileu de 2025, o Papa Francisco pede-nos que dediquemos este próximo ano de 2023/2024 à vivência e aprendizagem da oração", escreve D. Nuno Brás, bispo do Funchal, no documento respetivo ao plano até 2024, esclarecendo que isto "não se trata apenas de rezar pelo sucesso do Jubileu, mas de, como outrora os discípulos, entrar na escola de oração em que Jesus é o Mestre". "Trata-se de aprender a rezar melhor e a fazer da oração uma força que pode transformar o mundo", acrescenta.

D. Nuno Brás entende que, ao longo deste ano, como resposta à "presença divina" do Espírito Santo, os cristãos devem "procurar conhecer melhor a liturgia da Igreja", aprendendo "a rezar como comunidade cristã".

Para além do que diz respeito à oração da liturgia, com a celebração da Eucaristia, a oração prolonga-se, sobretudo, a cada dia que corre, "no encontro que cada um, no segredo do seu coração, tem com o próprio Deus". "É oração a partir da leitura da Bíblia; é oração a partir de um acontecimento da nossa história pessoal ou coletiva; é intercessão e pedido para alguma necessidade nossa ou de um amigo; é simples louvor e ação de graças porque percebemos Deus ao nosso lado a dar-nos força e entusiasmo para a nossa vida", justifica o bispo do Funchal.

"A oração faz nascer em nós forças que não suspeitávamos ter, ajudando a transformar positivamente o mundo em que vivemos, alargando o nosso coração às necessidades do próximo", acrescentou.

Catarina Gouveia

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