Miguel Albuquerque prometeu hoje formar o próximo Governo com a "celeridade possível" e já tem "ideia" de nomes, mas não quis revelar nenhuma, hoje, à saída do Palácio de São Lourenço, depois de ter sido convidado a formar governo, agora que tem a garantia de estabilidade governativa conseguida com o acordo com o PAN.
Albuquerque não confirmou quem ou se algum membro do governo irá continuar - embora tudo indique que o núcleo duro permaneça -, remetendo para depois das "diligências" que fará a partir de agora a composição do novo elenco, mas já avançou que "é possível" mudanças na orgânica do novo Governo. "Vou fazer um governo novo, adequado às atuais circunstâncias, portanto, é possível que haja algumas retificações do ponto de vista orgânico", disse.
Adiantou também que o novo governo tomará posse "seguramente antes do fim de outubro", mas não quis confirmar se o CDS manteria duas secretarias regionais, como atualmente tem (Mar e Pescas e Economia, lideradas por Teófilo Cunha e Rui Barreto, respetivamente).
"Só agora é que eu vou começar a fazer as diligências", justificou, não revelando também se o novo executivo será maior ou menor do que o atual.
Por outro lado, Albuquerque disse estar à espera que as próximas reuniões da Comissão Política Regional e do Conselho Regional sejam "pacíficas", na validação do acordo parlamentar.
Alberto Pita