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ADN defende sistema político que “aceite opções partidárias mas também de independentes”

Data de publicação
11 Maio 2024
10:28

O ADN defende que é “fundamental” evoluir para um sistema político que permita uma maior ligação dos cidadãos com os seus governantes.

Neste sentido, Miguel Pita, cabeça-de-lista às regionais propõe a alteração do sistema atual, para um sistema que aceite opções partidárias mas também de independentes, “devolvendo aos cidadãos o real poder de escolher os seus dirigentes políticos por opção e não imposição”.

O ADN defende, sobretudo, um novo sistema que permita opções personalizadas dos eleitores, quer com listas partidárias escolhidas pelos partidos e os seus militantes e não apenas pelo seu líder, quer por listas abertas com votação diretamente em pessoas, o cidadão tem de poder escolher quem prefere e “não meramente listas cegas, pré-cozinhadas e totalmente bloqueadas pelos partidos”.

O objetivo do partido é construir um sistema em que se conjugue, sem ofensa ao princípio da igualdade de sufrágio, o mínimo afastamento possível dos eleitores por parte dos deputados e dos governantes, com esta escolha mais personalizada dos mesmos pelo eleitor, cativando o mesmo a ser mais pró ativo e envolvido no futuro das medidas e políticas futuras, por se identificar com o candidato eleito e ter tido opção de escolher quem quer a o representar.

Para tal os cidadãos que desejarem, deviam poder apresentar candidaturas independentes e os eleitores decidir se essa pessoa é merecedora de ser candidato, usando para tal um mecanismo idêntico (ou até o próprio),utilizado para as petições em que o eleitor poderia assinar que esse é o seu candidato e quem obtivesse um determinado número de assinaturas (a definir) seria candidato a essas eleições com amplo apoio dos eleitores e não dos partidos.

“Desta forma também se evitaria um número desmesurado de candidatos vazios de apoio popular (como ocorre agora com a escolha dos partidos),e um boletim de votos extenso pois só quem obtivesse um número elevado de assinaturas poderia ser candidato, podendo fazer uso dos meios atuais e das redes sociais para tentar obter o apoio dos eleitores à sua candidatura”, remata.

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