Na sessão n.º 67, na Assembleia Legislativa da Madeira, Jaime Filipe Ramos, PSD, no Período Antes da Ordem Do Dia, incidiu a sua intervenção no Subsídio Social de Mobilidade que, elaborou, é “um direito dos cidadãos insulares”, conforme posição, que, frisou, o PSD-M sempre teve.
Nesse sentido, acrescentou que esta Assembleia “não pode ficar indiferente”, e que há que “resolver o problema”, de forma a tornar o SSM “mais justo e mais adequado”.
Falou no “desrespeito pela autonomia” e que, a seu ver, não teve só um interveniente, referindo concordar que houve momentos “infelizes”, numa alusão às declarações do líder da bancada parlamentar do PSD nacional, Hugo Soares, e adiantou que não é por no Governo da República estar o PSD que o PSD-M vai concordar com tudo.
“Nós não hesitamos e escolhemos a Madeira. É essa a nossa razão e a nossa essência”, evidenciou o social-democrata a considerar que a “verdade tem de ser esclarecida”.
Referia-se à redução no SSM de 2015 a 2025 graças aos governos do PSD, mas que este “retrocesso” em 2026 não será aceite.
“O mais importante agora é perceber porque é que tivemos determinadas intervenções”, numa referência ao PS “desesperado” e ao JPP “hipócrita”. “O JPP votou contra uma proposta para os madeirenses pagarem 59 e 79 euros”.
Jaime Filipe Ramos deixou claro que ninguém mais do que PSD/CDS fez tudo para travar as alterações ao SSM desde a primeira hora.