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Serviço Social do SESARAM com 33 assistentes sociais ambiciona por mais

JM-Madeira

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Data de publicação
23 Junho 2023
10:55

O Serviço de saúde da Região Autónoma da Madeira tem 33 assistentes sociais a trabalhar no Serviço Social.

Há 50 anos, o Hospital central tinha apenas um e, atualmente, as mais de três dezenas de profissionais que integram este organismo trabalham não só na área hospitalar como também nos cuidados primários, unidades de internamento de longa duração, cuidados paliativos, saúde mental, entre outras valências.

Hoje, realizou-se uma sessão comemorativa dos 50 anos de atividade do Serviço Social no Hospital Dr. Nélio Mendonça. Márcia Assunção e Pedro Ramos focaram nos seus discursos, a ambição de aumentar o número de profissionais no Serviço, nas intervenções proferidas esta manhã, conscientes da importância do trabalho prestado pelos assistentes sociais na Saúde, de uma forma cada vez mais transversal e "com impacto real na vida das pessoas", como sublinhou a diretora do Serviço. Os assistentes sociais do SESARAM não estão ainda em todos os concelhos, mas em sete.

"Os recursos humanos nunca são os suficientes, porque os assistentes sociais foram diversificando e amplificando as suas áreas de atuação e os problemas sociais são também cada vez mais complexos", admitiu Márcia Assunção ao nosso Jornal, que ressalvou que o percurso que tem sido seguido pelo SESARAM é precisamente no reforço destes profissionais.

No seu discurso, Pedro Ramos assumiu também que a tutela quer melhorar o rácio de assistentes sociais e utentes, mais uma medida que visa a melhoria dos serviços prestados à população. Não estando atualizados, os rácios orientadores ao nível dos centros de saúde do país apontavam a existência de um assistente social para 30 mil utentes a nível do país, referiu o secretário regional. "Os nossos 33 assistentes sociais, até têm um rácio muito bom - de um assistente para sete mil pessoas -, mas como sempre na vida, temos um longo caminho a percorrer, porque ainda não temos um assistente social em alguns concelhos da Região. Temos de progredir nesse sentido", admitiu o governante.

Márcia Assunção apontou ainda o projeto criado pelo Serviço Social com grupos de apoio e capacitação aos cuidadores informais de utentes idosos ou dependentes e que "muitas vezes se dedicam totalmente à pessoa cuidada", sofrendo de exaustão e até de isolamento. Estas equipas estão atualmente em sete concelhos e trabalham com um total de 130 cuidadores informais e ao objetivo é alargar a rede a todos os concelhos.

Paula Abreu

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