Bruno Melim protagonizou a segunda intervenção política do dia no plenário madeirense, com o deputado do PSD a lembrar que “a globalização é das mais antigas inovações portugueses”, lembrando o tempo das caravelas, que permitiram desenvolver “novas rotas, de comércio e produtos.
“Portugal é um pais de chegadas e partidas”, destacou, sendo, talvez por isso que “a palavra saudade não tem paralelo em qualquer outro idioma”, enfatizando a “história de emigração” associada a Portugal.
Contudo, “a nossa realidade mudou, passou de 4,5% de população de população estrangeira para 15%, nos últimos oito anos”.
“Passamos a ser destino de muitos povos, nepaleses e indianos”, pelo que “a emigração é um facto, e a questão é como gerir, através de uma visão moderada, que reconhece oportunidades”, disse.
Também face ao evidente “envelhecimento” da população portuguesa, Bruno Melim lembra que os imigrantes “acrescentam valor à nossa economia”, exaltando que “todos os políticos devem entender que as pessoas sentem mudanças no seu quotidiano”, terminando a sua explanação com ‘conselho’: “repensemos as regras de convivência”.