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Estudantes da escola hoteleira "não são mão de obra barata"

JM-Madeira

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Data de publicação
13 Junho 2023
11:02

Em reação às intrtvenções dos partidos sobre o diploma que entrega a gestao da escola profissional de hotelaria e turismo da Madeira ao setor público, o secretário regional de Educação assegurou que os estudantes estrangeiros que escolheram a Madeira para a sua formação "não são mão de obra barata".

O governante respondia à socialista Olga Fernandes, que considerou que estes jovens têm sido usados para trabalhar sem devida remuneração. O secretário afiançou que os cerca de duas centenas de estudantes estrangeiros estão na Madeira com um um visto para estudar e ter formação em contexto de trabalho, mas nao são mão ao de obra barata.
Quanto às más condições denunciadas por alunos de São Tomé e Principe a frequentar a escola hoteleira, em termos do alojamento e horas de formação e trabalho fora do horário letivo, Jorge Carvalho disse que a situação está esclarecida.
Antes, Jorge Carvalho reconheceu que os incumprimentos do CELFF na gestão da escola foi ineficaz, como se notou no incumprimento do pagamento das rendas, mas a concessão tinha sido dada com um determinado número de alunos e turmas. "Estamos atualmente com cerca de metade dos alunos" do início da concessao, afirmou o secretário regional, explicando que tal se refletiu em menos receita e as mesmas despesas para a concessionária.

Paula Abreu

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