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“Dizer que são contra a plataforma é mentira”, diz Bruno Melim

Data de publicação
26 Fevereiro 2026
10:16

Bruno Melim, PSD, acusou a oposição de “mentir” no debate sobre a alteração à Lei do Subsídio Social de Mobilidade, defendendo a proposta apresentada pela coligação PSD/CDS no Parlamento da Madeira.

Intervindo em plenário, o social-democrata considerou que a iniciativa da maioria demonstra que o PSD “não hesita” na defesa dos madeirenses, sublinhando que foi trazida ao “primeiro órgão de autonomia” uma proposta para envio à Assembleia da República com o objetivo de corrigir o que classificou como uma condição injusta no atual regime.

“Em 50 anos de autonomia, o PSD não hesita”, afirmou, sustentando que a proposta visa alterar a lei nacional para garantir maior justiça no acesso ao subsídio.

Bruno Melim criticou particularmente o Juntos Pelo Povo, que tem manifestado oposição à criação de plataformas eletrónicas para operacionalizar o modelo. O deputado afirmou que essa posição é contraditória com o conteúdo de propostas anteriormente apresentadas pelo próprio partido na Assembleia da República.

Segundo referiu, a proposta do JPP previa expressamente que o pedido fosse “submetido eletronicamente” e tramitado através de um “portal único de serviços”, o que, no seu entender, desmente a alegada oposição às plataformas digitais. “Dizer que são contra a plataforma é mentira, isto é objetivo”, declarou.

O parlamentar do PSD respondeu ainda a críticas de que deputados da Região se teriam “agachado” perante decisões tomadas em Lisboa. Bruno Melim afirmou que, na votação da proposta oriunda do Parlamento Regional, apenas uma força política votou contra a iniciativa a nível nacional — além das posições assumidas pelas direções nacionais do PSD e do CDS, com exceção dos deputados eleitos pelas regiões autónomas — apontando o JPP como tendo votado “ao lado daqueles que classificam como centralistas”.

No mesmo debate, o deputado voltou a criticar o Partido Socialista (PS), acusando os socialistas de terem tido “nove anos de amnésia” durante os quais, com maiorias absolutas, poderiam ter resolvido o problema do subsídio de mobilidade.

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