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Comissão Política do CDS aprova acordo com o PSD

Data de publicação
02 Junho 2024
18:11

A Comissão Política do CDS-PP Madeira apelou, hoje, “à responsabilidade de todas as forças políticas representadas no Parlamento regional, para que seja possível encontrar pontes de entendimento que viabilizem o Programa de Governo e o Orçamento para este ano, na defesa dos interesses regionais”.

Os centristas madeirenses “consideram que os resultados eleitorais reforçam a necessidade de fomentar e assegurar um diálogo aberto e profícuo entre todas as forças políticas representadas na Assembleia Legislativa da Madeira, evitando maiorias de bloqueio, e assim aprovando soluções legislativas para os problemas que a Região atravessa”.

No comunicado, emanado da reunião realizada em Santana, é salientado que “nesta fase da vida política regional não pode haver ambiguidades, nem reservas mentais, e muito menos uma espécie de campeonato das irresponsabilidades, apresentando propostas políticas inviáveis, sem consistência e aventureiras”.

“Não podemos andar de eleição em eleição, acrescentando mais problemas aos muitos problemas já existentes”, reforçou José Manuel Rodrigues, presidente do CDS-PP Madeira e porta-voz do encontro.

A Comissão Política centrista aprovou o acordo parlamentar com o PSD/Madeira e considera que o mesmo “cumpre a estratégia aprovada no último Congresso do CDS-Madeira e reafirmada na campanha eleitoral de não fazer coligações de Governo com nenhum partido, e de procurar entendimentos parlamentares que normalizem a vida pública regional, por via da posse de um novo Governo e da aprovação do seu Programa e do Orçamento para o que resta deste ano”.

Adianta, ainda, que “o acordo salvaguarda a independência política e a estratégica do CDS e consegue que propostas eleitorais que o partido apresentou aos madeirenses e porto-santenses sejam agora integradas no Programa de Governo que será submetido à Assembleia Legislativa da Madeira”.

Os centristas madeirenses alertam que “a falta de um Orçamento está a provocar a paralisia da administração pública, o não aproveitamento de fundos europeus, a falta de pagamento de suplementos remuneratórios a profissionais, atrasos nos apoios a instituições sociais, a manutenção de impostos elevados e a conduzir à ausência de confiança dos investidores privados na nossa economia”. Afiançam, por isso, que “o acordo parlamentar entre o PSD e o CDS abre a possibilidade de debelar esta grave crise política, ultrapassando a instabilidade que reina desde as eleições regionais do ano passado, e permite que se abra um novo ciclo na governação da Madeira, em que o crescimento económico corresponda a mais justiça social”.

A Comissão Política do CDS-Madeira aproveitou, ainda, para saudar os madeirenses que participaram nas eleições e para agradecer a confiança dada ao partido.

A partir de Santana, concelho onde o partido obteve o melhor resultado eleitoral, os centristas dizem estar provada a vitalidade do CDS e que o partido está “preparado para servir os madeirenses e porto-santenses”, assumindo-se como “fator de responsabilidade” e garante da “estabilidade e governabilidade da Madeira e do Porto Santo”.

A Comissão Política do CDS expressou, ainda, a “gratidão aos seus militantes que exerceram funções governativas e políticas, na anterior legislatura, ao serviço da Região e que merecem o público reconhecimento”.

Nesta reunião, foi saudada a “candidatura do seu presidente da Comissão Política a presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, confiando na sua eleição e no desempenho que lhe é agora exigido de forma mais acentuada, de credibilização e de responsabilização do primeiro órgão da autonomia”.

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