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Artigo de Opinião

Bispo Emérito do Funchal

13/08/2023 08:00

Participou num Congresso Mundial protestante, para dar informações sobre a sua seita. Alguns judeus messianistas tiveram a permissão para emigrar para Israel. Depois desta visita, este judeu convidou o padre franciscano para um jantar com a sua comunidade que se celebra uma vez por ano, mas que o franciscano não pôde participar.

Anditatia porrupi tatmpero blam, tes dollest excusapitat eiusamu sanditaspe rem aut parchitatem que liatectem eniminv eniminu sdaectore non eum eiuntia nducipsum quunte velenis qui acestio. Ut landel magnitat.

Este judeu conseguiu ocupar um serviço como funcionário dos correios em Haifa, sem ter necessidade de explicar a sua posição religiosa perante as autoridades e não foi removido do seu cargo. Este judeu messianista deixou no convento franciscano um exemplar do "Kol Chofar" sobre o programa da seita. Este nome "Voz de Chofar" alude ao nome do corno de carneiro que se toca no dia da Expiação na sinagoga. Por este número da revista se conhece a existência de uma sinagoga de judeus messianistas em Haifa. Nesta revista convida-se a assistir aos serviços religiosos na sexta feira pela tarde e no sábado pelas 10 horas. A sinagoga está situada na Rua Meir, 41, Missions des Marins Scandinaves.

A revista dirige-se aos judeus messianistas de Israel, trata dos problemas sobre a vida espiritual, suas dificuldades, etc. É difícil conhecer-se o verdadeiro número de filiados na seita, estão dispersos entre a comunidade judia, são uma espécie de cristãos escondidos, que ocultam a sua fé pelo temor de ser vítimas, mostram uma cruel incompreensão pelos seus irmãos judeus.

O jornal "Kol Chofar" procura ser um remédio para estas situações difíceis, esforça-se para reunir os judeus-cristãos para criar uma vida judeu-messiânica autêntica, trabalhar e até lutar pela supressão de toda a discriminação religiosa, tanto mais que o Estado de Israel é democrático e assegura a todos a liberdade de fé e religião. O redator da revista pede aos judeus messianistas para não desconfiarem uns dos outros e se unirem. Estes crentes judeus-cristãos têm pretensões de uma ação apostólica, uma voz evangélica, dirigida a todos em Israel, eles são uma trombeta sobre a vocação apostólica do judeu messianista em Israel. Eles querem ser o estiar de uma bandeira de Cristo em Israel, tomam por divisa as palavras de São João: "Preparai os caminhos do Senhor" e inspiram-se nos exemplos deste santo.

Segundo estes judeus-cristãos, ao povo judeu convertido está reservada ainda uma grande missão: "Deus servir-se-á deles para revelar a sua vontade e estabelecer o seu reino no mundo". Eles pensar ser os pioneiros espirituais da nação, as primícias da futura nação convertida. Para esta profunda certeza, o futuro cristão do país provoca as atitudes seguintes: uma esperança que não vai debilitar o país, é uma esperança na intervenção divina, uma humildade que reconhece que o tempo da conversão judia foi fixado pela Providência, a atual função do apóstolo limita-se a uma ação preparatória: "Preparai os caminhos do Senhor".

Considerando as palavras do Papa Francisco nas Jornadas Mundiais da Juventude, que a "Igreja tem abertas as suas portas a todos, todos, todos," os judeus-cristãos sentir-se-ão interpelados que chegou a sua hora para entrar?

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