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Artigo de Opinião

Economista

13/02/2024 08:00

Se olharmos para o passado do território que hoje é Portugal na tentativa de percebermos em que altura da história começou a formar-se, o verdadeiro povo português deste Portugal que hoje conhecemos, naturalmente que é praticamente impossível uma resposta com a exactidão pretendida e isto porque os fenómenos esbatem-se nos tempos e desaparecem, enquanto que os poucos marcos que chegam aos nossos dias, já não servem para identificar o que se pretende.

Então investigar se a mentalidade portuguesa é razoável, boa ou má também se torna muito complicado e por isso vamos raciocinar só e apenas em função do que nos apercebemos no nosso dia a dia porque, como é nossa intenção, pretendemos contribuir para melhorar este Portugal que conhecemos e que bem precisa. Independente de qualquer comentário de cariz sociológico, científico ou outro, a verdade é que a mentalidade do povo português infelizmente não é grande coisa. Sofre de qualquer patologia que não se sabendo identificar qual a doença e por isso torna-se impossível medicá-la, pior - a sua cura.

Este é o raciocínio mais elementar que se possa fazer neste quadro que estamos a apreciar, assim como também ser este o meu 1º artigo de opinião sobre I. C. Assim e em 2º lugar, um apelo, com o fim não só de apenas criar no espírito dos futuros governantes do ensino a necessidade de praticamente toda a formação deste país estar apoiada por trabalhos de laboratório, mesmo aqueles que aparentemente não o sejam e que toda a teoria possa vir a ser testada. Que, aos alunos, seja dado a possibilidade de qualquer invenção; tese; teoria; acontecimento e ou similar, já para não falarmos de apetrechos, máquinas aparelhos porque esses já são por natureza testados, ou seja, que tudo quanto diga respeito ao ensino, seja observado tanto nas suas raízes (causas) como nos seus frutos (consequências).

O que acabo de dizer pode parecer utópico, mas se pensarmos um bocadinho (estamos praticamente no fim de 2023) e as ondas de choque que se avizinham com o desenvolvimento das tecnologias serão de tal ordem impressionantes que nem os cientistas e investigadores sabem para que vai servir tamanha evolução e tudo altamente sofisticado.

Teoricamente e à medida que cada descoberta vai sendo colocada no mercado e utilizada nas diferentes actividades sociais, económicas, políticas e outras e os seus detentores (empresas, governos e outros) despertam para novas decisões; novas políticas quanto aos bons resultados que os referidos aparelhos lhes estão a dar o que significa que aconteceu um sucesso naquela descoberta. Até aqui, tudo bem. Mas a questão de fazer sair Portugal do marasmo em que está metido, torna-se praticamente impossível se nada for alterado.

Será que é desta (próximo governo saído das eleições de Março/24) que vai ter força para endireitar tudo quanto está avariado e errado? Não vale a pena perder tempo na listagem, porque é longa e que os portugueses bem conhecem, estando talvez em 1º lugar o SNS!!! Os portugueses também sabem que em democracia tal como a que nos foi imposta, endireitar o que está torto, não é nada fácil. Felizmente que a história de Portugal é muito rica nesta matéria e por isso o caro leitor sobretudo os da minha geração,( anos 40) têm consciência plena de que talvez só daqui por muitos anos e com a introdução de muita ciência na vida académica aleada a um certo estilo digno com que determinados políticos tratam os grandes problemas, para que, algum dia este Portugal se venha a tornar mais civilizado, (recorde-se por exemplo o nº impressionante de mulheres que, no quadro da violência doméstica, foram assassinada no ano de 2023) e ainda com particular destaque para as “suspeitas” na gestão dos dinheiros públicos e que neste domínio, pelas notícias do dia a dia, se vem chamando de corrupção.

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