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“Chega é o futuro, o PSD é o passado e os dois não se misturam”

Data de publicação
20 Abril 2024
18:25

“O futuro de Portugal e da Madeira passa pelo Chega, que é o partido que mais cresce e o que tem um projeto político que reflete as necessidades, as esperanças e o sentir dos cidadãos”. É essa a opinião de Miguel Castro, presidente do Chega-Madeira, que, este fim-de-semana, está em Faro, a participar no Conselho Nacional do partido.

Atento à evolução da situação política nacional e regional, o líder do Chega-Madeira lamenta que a República e a Madeira tenham sido lançadas “para um fosso de pobreza e corrupção” por “décadas de políticas incompetentes do PSD e do PS”. Para o futuro, Miguel Castro reforça a noção de que, nem PSD, nem PS, têm a legitimidade para governar, pois representam “duas faces da mesma moeda”.

“Governar Portugal e a Madeira exige inteligência, honestidade, bom senso e um compromisso sério de lutar, doa a quem doer, contra a corrupção, o amiguismo e o compadrio. O PSD e o PS não têm água com que se lavem, pois só querem alimentar o regime de tachos e interesses que nos explora há cinco décadas”, aponta.

Referindo-se à governação social-democrata da República e da Madeira, o presidente do Chega-Madeira sublinha que, quer Luís Montenegro, quer Miguel Albuquerque, não têm condições para liderar os respetivos governos porque não têm a coragem de implementar as reformas que o país e a Região precisam, estando rendidos às influências e aos interesses que bloqueiam o progresso.

“Quer em Lisboa, quer no Funchal, o PSD é, totalmente, um partido do sistema, situacionista e que se opõe a qualquer tipo de mudança, pois sente que tem muito a perder. Para o PSD, os tachos e os luxos valem muito mais do que as necessidades das pessoas. São um partido vendido e esgotado, ao passo que o CHEGA é uma força política vibrante e em crescimento”, reforça.

No que toca às eleições europeias, agendadas para 9 de junho, Miguel Castro louva a escolha de Tanger Correia como cabeça de lista do Chega, referindo que a experiência, currículo e qualidades humanas do candidato refletem os valores políticos defendidos pelo partido.

“É um orgulho para o Chega ter um homem como o Tanger Correia na candidatura às europeias. Ele é o exemplo da qualidade dos quadros que o partido tem vindo a atrair, o que comprova, adicionalmente, a pujança do nosso projeto. Tenho a certeza absoluta que ele não só será eleito, como será uma voz forte por Portugal em Bruxelas”, denotou.

A concluir, Miguel Castro refuta a insistência de Miguel Albuquerque numa possível aproximação ao Chega-Madeira, a qual, para o líder do Chega-Madeira, “não faz sentido e nunca estará em cima da mesma”.

“Não queremos coligações, nem entendimentos, nem alianças com o PSD-Madeira. Somos um partido focado na luta contra a corrupção, e, por isso, nunca poderíamos trair o nosso eleitorado e juntar forças a um partido como o PSD-Madeira, que está imerso em escândalos, suspeitas e jogadas que nós reprovamos, abominamos e não toleramos”, remata.

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