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CMF concluiu obras de substituição das últimas redes em fibrocimento

JM-Madeira

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Data de publicação
03 Setembro 2021
15:29

Reabre já na tarde desta sexta-feira, dia 3 de setembro, o Caminho da Lombada, na freguesia do Monte, onde decorreu a última intervenção no âmbito da empreitada de "substituição das redes de água em fibrocimento no concelho do Funchal".

Em visita ao local para assinalar a conclusão desta série de obras, Miguel Silva Gouveia, presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), recordou que a empreitada neste troço representou um investimento que ascendeu aos 570 mil euros, que possibilitou a erradicação definitiva do amianto das redes de água.

"Para além da substituição das redes por uma rede de ferro fundido, colocamos também válvulas reguladoras de pressão para ter uma melhor gestão da pressão nestas zonas de maior declive, e instalamos 12 marcos de incêndio ao longo do percurso, dotando as infraestruturas de combate a incêndios urbanos nesta mancha florestal que tem sido muito fustigada nos últimos anos", acrescentou ainda o autarca, acompanhado pelo vereador pelouro das Águas e Saneamento Básico, Rúben Abreu.

"Finalizamos um projeto muito importante na salvaguarda da saúde dos nossos munícipes, eliminando das redes sustâncias perigosas e nocivas para as pessoas, mas também melhorando a qualidade do serviço, com a redução das perdas de água. A modernização das redes de água potável do nosso concelho são uma realidade e este Executivo continuará a trabalhar em soluções que melhorem o quotidiano de todos os funchalenses", aditou.

De recordar que, numa primeira fase, esta obra na freguesia do Monte compreendeu o Caminho das Babosas, entre o Caminho de Ferro do Monte e o Caminho do Monte, prosseguindo, numa segunda fase, com intervenção no Caminho das Babosas, entre o Caminho do Monte e o Caminho do Desterro, e no Caminho da Lombada, entre o Largo das Babosas, Rua Padre Manuel Romero Rua de Aveiro e o Caminho do Lombo, com ligação ao Miradouro da Tabaiba.

No global, este projeto representou um investimento de 2 milhões de euros, financiado por fundos comunitários, nomeadamente o POSEUR.

O autarca enalteceu ainda o trabalho com outras entidades, referindo-se especificamente à Empresa de Eletricidade da Madeira "que aproveitou estes trabalhos para fazer valas, retirando todos os cabos aéreos e passando a coloca-los no subsolo, dando também outro brilho a esta belíssima paisagem".

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