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Chega afirma que respeito pelas forças de segurança diz muito sobre o país

Data de publicação
03 Abril 2024
10:24

De acordo com o deputado do Chega na Assembleia da República, Francisco Gomes, “as forças de segurança têm estado sob um vergonhoso ataque da parte dos governos que têm liderado o país nos últimos anos e a recém nomeada Ministra da Administração Interna não tem credibilidade nem capacidade política para resolver o problema instalado”.

“Primeiro, vemos que o estado tem falhado com compromissos financeiros assumidos, que afetam a qualidade de vida dos agentes e a estabilidade das suas famílias. Aliás, há muitas famílias de agentes de segurança a passar imensas dificuldades e não vêm os seus familiares que protegem a pátria a serem recompensados pelos sacrifícios que fazem por todos nós.”

“Em segundo lugar, por gritante incompetência de quem andou a gerir o país, foram criadas situações de discriminação dentro as forças de segurança, que é algo que nunca existiu. Agora, existem e, por causa disso, há um clima de grande tensão, que está a subir de tom”, observa.

“Por fim, e muito por culpa de certa Esquerda que se acha dona da verdade, está instituído um clima de desrespeito para com a autoridade e as forças de segurança. Há certa gente que pensa que é aceitável desafiar as forças de segurança, ataca-las e impedi-las de fazer o seu trabalho, que é proteger a todos nós. Nada poderia ser mais ofensivo.”

Para o deputado do Chega na Assembleia da República, existe uma possibilidade séria dos agentes de segurança colocarem em causa o seu compromisso profissional e repensarem a sua postura perante os perigos que diariamente enfrentam.

“A situação é explosiva e só teremos noção dos problemas criados quando precisarmos da polícia, da guarda prisional, da GNR e até dos bombeiros e não os tivermos para nos socorrerem. Se há quem pense que a situação se aguenta muito mais tempo, está enganado.”

Francisco Gomes critica ainda a escolha de Margarida Blasco para Ministra da Administração Interna, questionando a sua capacidade para as funções que foi chamada a exercer e defendendo a sua substituição.

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