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Albuquerque assegura que nunca discriminou concelhos de cor política diferente

JM-Madeira

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Data de publicação
18 Setembro 2023
22:55

O cabeça de lista do PSD/CDS-PP às regionais da Madeira recusou hoje ter discriminado concelhos por serem de outra cor política, mas salientou que no domingo o que está em causa é a eleição do executivo do arquipélago.

"O que está em causa não é eleger o senhor presidente da câmara, não é eleger presidentes de junta, é eleger um governo para o presente e o futuro do Região Autónoma da Madeira", afirmou Miguel Albuquerque num comício em Machico, concelho liderado pelo PS.

Recusando alguma vez ter discriminado o município de Machico "em circunstância alguma", o cabeça de lista da coligação Somos Madeira assegurou que sempre que se deslocou a este concelho foi "bem tratado".

"Não tenho qualquer complexo, não tenho qualquer preconceito, fiz os investimentos todos que tinha a fazer aqui e sempre fiz com grande honra", garantiu Miguel Albuquerque, que lidera o executivo madeirense desde 2015, prometendo que, caso seja eleito nas legislativas da Madeira de domingo, continuará a investir em Machico.

"Não há nenhum problema quanto a isso", acrescentou, enumerando três "obras fundamentais que quer fazer em Machico: a reabilitação das infraestruturas desportivas do concelho, nomeadamente da pista de atletismo, a requalificação da escola dos Maroços e apoiar os pescadores "em infraestruturas e em tudo o que precisam".

Além disso, continuou, o Governo Regional continuará a construir habitação para os mais jovens e o executivo já chegou a acordo com o presidente da câmara, o socialista Ricardo Franco, para concluir o forte de São João Baptista e já está outorgado o contrato-programa para a reconstrução do cemitério do Porto da Cruz, obra que será paga pelo executivo.

"Nunca me passou pela cabeça, nem se quer imagino […] deixar Machico, eu sou presidente, se for eleito, de todos os madeirenses", disse, assegurando que também estará "ao serviço do povo de Machico".

Antes da intervenção de Miguel Albuquerque, o líder do CDS-PP e número dois na lista da coligação Somos Madeira fez referência à questão do aumento do preço dos combustíveis, salientando que na região o executivo madeirense usa "a fiscalidade para ter combustíveis mais baratos, para ter o gasóleo mais barato".

"Sabem quanto custa o litro de gasóleo? Na Madeira custa 1,50 euros, em Lisboa, no continente, custa 1,75. Na Madeira custa menos 25 cêntimos ao litro e se enchermos um depósito de 50 litros poupamos 12 euros e meio na Madeira e o combustível ainda vem do continente para cá. É para isto que serve a fiscalidade ao serviço das populações", disse.

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