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Ucrânia: Zelensky pede a ucranianos e aliados que mantenham fé na vitória

JM-Madeira

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Data de publicação
16 Outubro 2023
14:32

O Presidente da Ucrânia assinalou hoje os 600 dias do início da invasão russa com apelos aos ucranianos e aos aliados para que continuem unidos e confiem na capacidade do país para vencer a guerra.

"A questão é não perder tempo. Não perder a unidade. Não deixem que as dúvidas corroam a vontade", escreveu Volodymyr Zelensky nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.

A visibilidade internacional da guerra iniciada pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022 diminuiu consideravelmente depois do ataque do grupo islamita Hamas contra Israel, em 07 de outubro.

Desde então, a atenção dos ‘media’ e de muitos dirigentes e organizações internacionais tem estado voltada para a guerra entre Israel e o Hamas, que provocou milhares de mortos e um milhão de deslocados na Faixa de Gaza.

Zelensky divulgou a mensagem quando o inverno se aproxima e a Ucrânia não conseguiu fazer os progressos esperados na contraofensiva que lançou no início de junho, depois de receber novo armamento dos aliados.

Kiev também está a enfrentar a oposição de parte do Partido Republicano norte-americano, que conseguiu deixar de fora a ajuda à Ucrânia da última extensão do orçamento aprovada no Congresso.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou no fim de semana, numa entrevista à televisão CBS, que Washington tem capacidade para lidar com duas guerras ao mesmo tempo, numa indicação de que continuará o apoio à Ucrânia.

Já o Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje a uma televisão chinesa que a contraofensiva de Kiev não produziu resultados e que o exército ucraniano registou "enormes perdas" nos últimos meses.

Na mensagem alusiva aos 600 dias de guerra, Zelensky agradeceu a "todos aqueles que lutam e trabalham pela liberdade da Ucrânia".

Homenageou também "a memória de todos aqueles que deram a vida para preservar a nação" e apelou aos combatentes para que continuem a "esmagar o ocupante todos os dias".

Pediu ainda aos compatriotas e à comunidade internacional que continuem "a fazer tudo o que for possível para garantir que o futuro dos ucranianos pertence apenas aos ucranianos".

Desconhece-se o número de baixas civis e militares da guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm admitido que será elevado.

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