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JPP quer ser uma “voz diferente, genuína e livre” na Assembleia da República

Data de publicação
29 Janeiro 2024
12:28

Ser uma voz “diferente, genuína, livre e de causas” que contrarie a lógica dominante de a Madeira ter apenas dois partidos políticos no parlamento nacional. É esta a promessa de Filipe Sousa que entregou, esta manhã, no Palácio da Justiça, a lista de candidatos pelo JPP à Assembleia da República.

“Temos tido, ao longo destes mais de 30 anos, duas vozes, uma do PS e outra do PSD, em que quando um é Governo o outro revindica e vice-versa (...) e a verdade é que estes dois partidos na República pouco ou nada adiantam. Revindica, revindica e depois as lógicas político partidárias e os interesses que estão associados aos Governos complicam, e muito, a vida dos madeirenses”, realçou o cabeça-de-lista.

O ex-presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, que suspendeu o seu mandato, cedendo a autarquia a Élia Ascensão pelo menos até ao dia seguinte às eleições legislativas nacionais, dia 11 de março, traça como principal objetivo conseguir representação em São Bento, comprometendo-se a ser uma “voz diferenciadora” no que concerne a temas premente a nível regional, dando como exemplo o princípio da continuidade territorial, a mobilidade terrestre, aérea e marítima, o Centro Internacional de Negócios.

“A nossa mensagem é uma voz das ilhas por Portugal, porque, além de sermos geograficamente ilhéus, vemos também a nível nacional muitas ilhas. Não compreendo como é que os idosos continuam a ser esquecidos; os doentes continuam a morrer às portas dos hospitais e à espera de consultas e cirurgias; os jovens continuam a abandonar o país, levando consigo a esperança e o futuro; a classe média continua a empobrecer cada vez mais”, elencou, considerando, por isso, que o JPP é capaz de ser uma voz que fuja desta lógica político-partidária.

Filipe Sousa acredita, por isso, que esta é uma “oportunidade de ouro” para tanto os madeirenses como os portugueses criarem uma “voz diferente na República”.

Já sobre o momento político que a Região atravessa, o cabeça-de-lista denota que “qualquer madeirense de bom senso está triste perante esta situação”, mostrando-se também ele triste quando vê “alguns partidos se aproveitarem do mal dos outros para tentar chegar ao poder. Isso é feio. Na política é o pior que há. E ainda bem que o JPP tem outra postura, séria”, remata.

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