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Chega defende apoios “justos e céleres” aos pequenos agricultores

Data de publicação
07 Março 2025
10:21

O Chega denunciou, em comunicado, a falta de apoio efetivo aos pequenos agricultores da Região, que, segundo o partido, “continuam a enfrentar enormes dificuldades devido à inação governamental”.

Numa nota enviada às redações, o partido liderado por Miguel Castro realça que, “apesar de terem recebido uma pequena parte dos apoios prometidos, esse valor é manifestamente insuficiente para compensar as perdas registadas, deixando muitos produtores à beira do colapso”.

O Chega continua, lembrando que, em 2023, foi anunciado um Apoio Financeiro Extraordinário para os produtores de castanha do Curral das Freiras, que sofreram quebras significativas nas colheitas. “No entanto, o pagamento faseado e insuficiente não resolve os problemas enfrentados pelos agricultores, que continuam sem os recursos necessários para garantir a sustentabilidade das suas explorações. Também os produtores de cereja e outras culturas tradicionais vivem a incerteza de um setor primário abandonado, onde as promessas não se traduzem em medidas concretas”, pode ler-se.

Miguel Castro, cabeça de lista do Chega às Eleições Regionais de 23 de março, aponta que os agricultores “estão fartos de promessas vazias e apoios que chegam tarde e a conta-gotas”.

“O que foi pago não chega para cobrir as perdas, e o governo está em autogestão, sem respostas nem soluções. Quem trabalha e produz merece respeito e apoio real, não apenas discursos bonitos em tempo de eleições”, diz o líder do partido na Região, citado na mesma nota de imprensa.

O Chega afirma que o seu programa eleitoral “defende um setor primário forte e sustentável, onde os pequenos produtores tenham acesso a apoios justos, céleres e transparentes. O partido compromete-se a lutar por subsídios diretos, menos burocracia e medidas de proteção para culturas tradicionais como a cereja e a castanha, garantindo que a agricultura regional não continue refém da falta de visão e planeamento”.

“Não podemos permitir que os agricultores sejam esquecidos e sacrificados pela incompetência de quem governa. É preciso agir agora, e o Chega Madeira será sempre a voz daqueles que trabalham e fazem a Madeira crescer”, termina.

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