Bispo do Funchal pede momento introspetivo neste final de ano

O bispo do Funchal considerou hoje que "não podemos deixar de nos interrogar se, como cristãos que somos, a nossa vida (interior, espiritual ou social, pública e mesmo política) permitiu uma maior e melhor expressão da dignidade única de cada pessoa humana: se respeitámos o outro na sua dignidade; se o ajudámos a ser mais ou, ao contrário, se fomos obstáculo ao seu caminho".

As palavras de D. Nuno Brás foram proferidas na homilia do Te Deum, que se celebrou na Igreja da Sé. O bispo defendeu a importância de nos interrogarmos acerca da nossa vida como sociedade, como comunidade pública e política: de que modo a nossa vida pública (política, associativa) foi ou não aquele ambiente humano de que todos necessitamos para viver e para ser cada vez mais humanos.

Na celebração, o bispo pediu que a fé nos dê força e coragem de viver uma imensidão de momentos de graça que urge aproveitar e que surgirão com o no ano.