Marcelo reconhece distância entre RAM e Estado e quer fazer a ponte

Um dos temas mais sensíveis da visita de Marcelo Rebelo de Sousa foi a alegada falta de apoio da República à Madeira. Colaboração que o presidente disse, “em rigor”, ter existido “quando os primeiros sinais de pandemia tiveram eco”, mas sublinhou a importância do trabalho de Ireneu Barreto no relacionamento institucional.

Admite que “ficou provado que a união faz a força e a desunião a fraqueza” e que o desafio que se coloca para o futuro, em que a pandemia não desapareceu, passa por viabilizar a cooperação com o Estado necessária para viabilizar o projeto turístico que a Madeira contempla para o futuro. Espera, por isso, conjugação de esforços para decisões concretas, nomeadamente no quadro legislativo e institucional.

Testemunhou o trabalho feito pela Região e disse que deve haver colaboração com a República, considerando que o seu papel passa por ser o portador do que viu e exercer funções que permitam estabelecer o diálogo ou as pontes entre a distância existente

Disse igualmente que o seu papel é importante, principalmente porque é um presidente que acredita nas autonomias, que são boas para todos os portugueses e leva da Madeira a noção de que há uma ideia global na Região e não um conjunto de ideias sobre o que fazer e não fazer.”