“Recusamos o último lugar na lista de prioridades”, José Prada

David Spranger

José Prada também subiu ao palanque do hemiciclo madeirense, na manhã desta terça-feira, para não deixar esmorecer as reivindicações do Governo Regional junto de Lisboa.

“Independentemente daquilo que nos separa, há uma coisa que terá que nos unir: a defesa da Madeira”, começou por salientar o deputado social democrata.

Prada, que é também secretário geral do PSD Madeira, salienta que “Essa é a postura e o compromisso que o PSD tem para o nosso povo, em qualquer circunstância, e é por isso que não desistimos”.

“Recusamos pactuar com o silêncio de quem nada nos diz há mais de dois meses” e que parece não saber que “os madeirenses também que são portugueses”,

“Não aceitamos o desprezo com que vimos a ser tratados nas nossas reivindicações”, nem “desculpamos o facto de termo tido de assumir sozinhos mais de uma centena de medidas”, quando no território continental “todos os dias eram anunciadas medidas”.

“Recusamos o último lugar na lista de prioridades”, acentuou José Prada.

Constata ainda que “quem deveria ser o primeiro a fomentara a equidade e justiça e não a discriminação”.

Deteta, por isso, “falta de respeito recorrente da República tem a conivência do Partido Socialista local”, deixando expressa a sua grande expetativa sobre o que irá suceder amanhã na Assembleia da República, numa alusão aos diplomas em debate em São Bento, que agregam propostas em que a Madeira, por exemplo, pede a moratória das duas próximas tranches do pagamento da dívida, em julho e janeiro, num valor global de 96 milhões de euros, dos quais 36 milhões respeitantes a juros, e também 'autorização' para financiemnto junto da bana, num valor de 300 milhões de euros.

Lopes da Fonseca, do CDS, concorda come sta leitura, relevando que "amanhã será a prova dos nove e veremos de que lado estarão os três deputados do PS/Madeira", relevou.

Miguel lglésias 'descansou', então, os deputados da maiia na Região, assegurando que os três socialistas madeirenses em São Bento irão votar favoravelmente.

Jaime Filipe Ramos ripostou que se tal suceder será proque percebem que seriam derrotados e José Prada também rematou lembrando a Iglésias que "nunca o vi crticar Lisboa pelo que (não) faz pela Madiera".