Derrocada: Pais ficaram sem a filha e sem sustento

Bruna Nóbrega

Na notícia que faz manchete na edição de hoje do JM, saiba que faz amanhã um ano que faleceu Carina Marlene, vítima de uma derrocada que atingiu o restaurante onde trabalhava, na Calheta. Os pais ainda choram a morte da única filha e continuam sem o conforto da indemnização. “Já fui tantas vezes ao tribunal que perdi a conta. Somos uma família muito pobre, assumo que era ela quem nos sustentava”, diz ao JM a mãe, Celeste Caldeira.

Em destaque, o alargamento da reserva das Selvagens como “desígnio nacional”. Cláudia Monteiro de Aguiar defendeu o aumento da área de reserva das Ilhas Selvagens, “essencial para a proteção dos ecossistemas terrestre e aquático”, junto do comissário do Ambiente em Estrasburgo e afirma que esta devia ser uma luta do País.

Ainda nesta edição, relativamente ao assunto da ‘pancadaria’, os pais de Lourenço Furtado “assustados por desejarem tanto mal” ao filho.

Chamada também para a ‘Acreditar’, que reclama mais direitos para pais e crianças com cancro.

Na Saúde, o JM dá-lhe conta da contestação que chega ao serviço de Medicina Interna.

Por fim, 10 anos após o 20 de fevereiro, conheça o testemunho de Valter Ferreira, do CROS, que tinha uma única prioridade: socorrer pessoas com vida.

Leia mais sobre estes e outros assuntos, na edição deste sábado do seu JM.