Paulo Cafôfo defende discriminação positiva para captar mais investimentos para o norte da Ilha

Criar estímulos para a criação de emprego e para fixação de população são objetivos da estratégia de Paulo Cafôfo para dinamizar os concelhos mais a norte da ilha.

Para o candidato, a Região só pode atingir o desenvolvimento económico e social se houver coesão social e igualdade de oportunidades para todos independentemente do local onde vivam.

Paulo Cafôfo esteve esta manhã em contacto com a população no concelho de São Vicente. O candidato defende a implementação de medidas de discriminação positiva para esta zona para combater as assimetrias. Um exemplo é a atribuição de benefícios fiscais para captar mais investimentos e mais empresas para esta zona. A criação de áreas de desenvolvimento empresarial na Costa Norte da Madeira é geradora de maior coesão social dentro da Região.

"Temos de tentar criar uma nova dinâmica nesta zona da Ilha, não nos podemos resignar à realidade vivida e nada fazer para contrariar. Temos de ser capazes de captar investimentos que criem emprego e que ajudem a fixar as pessoas e, em particular, os mais jovens. Dar apoios para incentivar o empreendedorismo, valorizando setores económicos mais tradicionais, mas introduzindo inovação. É possível fazer melhor", afirma Paulo Cafôfo.

A estratégia da candidatura de Paulo Cafôfo aponta também a dinamização de políticas para o desenvolvimento rural com maior aposta na agricultura, turismo rural e alojamento local com maior incidência nas regiões a norte da RAM, combatendo assim a taxa de envelhecimento, emigração e acentuado decréscimo populacional.

A valorização e o aproveitamento sustentado dos recursos naturais é apontado como uma forma para reduzir as assimetrias existentes. O turismo sustentável é um caminho a seguir na dinamização económica da Costa Norte.

"Temos na Floresta Laurissilva um património natural de inestimável valor e um verdadeiro cartão-de-visita que diferencia o destino turístico Madeira de outros destinos. Temos de ter um equilíbrio na dinamização económica, colocando sempre em primeiro lugar a proteção e o respeito pelos nossos recursos naturais. A sustentabilidade é uma trave-mestra no desenvolvimento da nossa Região", afirma Paulo Cafôfo.