Aliança apresenta propostas para a Administração Pública regional

Os candidatos do partido Aliança estiveram hoje em contacto com as populações dos concelhos de Machico e do Funchal, tendo com os mesmos apresentado as propostas do partido para a organização do estado no que diz respeito aos funcionários públicos, à sua contratação, à sua avaliação.

Também as mordomias dos dirigentes políticos e da função pública foram abordadas, assim como o combate à corrupção e ao assédio moral.

Gestão coerente e racional dos fundos públicos em benefício das populações independentemente das suas opções políticas;

Definição clara das orientações estratégicas de legislatura, de acordo com o Quadro Comunitário 2021/2027 e de acordo com os orçamentos regional e nacional;

Transferência dos organismos do Estado de espaços privados para espaços públicos disponíveis;

Redução dos benefícios pessoais colocados ao serviço dos titulares de cargos públicos;

Contratação de dirigentes públicos qualificados e profissionais, de modo transparente desde a abertura do procedimento de recrutamento de seleção, de avaliação e de publicação dos resultados;

Reformular a avaliação dos funcionários públicos, través da mudança do SIADAP-RAM, que discrimina os trabalhadores em relação aos dirigentes, para a avaliação 360 que permite aos dirigentes avaliar os trabalhadores, e permite aos trabalhadores avaliar os dirigentes com distinção de mérito associada aos melhores níveis de desempenho;

Criação da Inspeção Regional da Madeira, que agrega todas as inspeções dependentes das diferentes secretarias e cujos dirigentes serão eleitos pelo parlamento, evitando a manipulação destes serviços pelos dirigentes contra trabalhadores desalinhados, ou adversários políticos;

Criação do Programa Regional de Combate ao Assédio Moral, hoje considerado pela Organização Internacional do Trabalho, a par do stresse, "burnout" e alcoolismo, como um dos riscos emergentes para a saúde e segurança dos trabalhadores.

O cabeça de lista lamentou a falta de programas claros e objetivos por parte dos partidos do sistema, que os leva a não quererem participar em debates públicos.

Lançando o desafio aos líderes dos restantes partidos para debater, onde e quando quiserem, as problemáticas relacionadas com a Demografia, com o ambiente, e com o crescimento económico/ mobilidade.

"Para construirmos uma sociedade mais justa está na hora de trocar o A de Abstenção pelo A de ALIANÇA", concluiu.