“Não queremos greves nem instabilidade na nossa Região”

Depois dos autarcas, o PSD-Madeira reuniu, esta tarde, com os Trabalhadores Social-Democratas (TSD), na sede regional do partido, na Rua dos Netos, tendo como pano de fundo a mobilização para as próximas eleições de 22 de setembro e para ultimar as ações de campanha a realizar nas próximas semanas, nos onze concelhos da Região.

Ações que, no entender do secretário-geral do partido, José Prada, “só têm sucesso se contarem com a participação ativa de todos os militantes e das diferentes estruturas do PSD, em prol de um objetivo comum, que é garantir a estabilidade e o progresso da nossa Região”.

A estabilidade, sublinhou, “depende de uma vitória com maioria do PSD”, que é possível se o partido estiver “ainda mais unido, mobilizado e motivado para a luta e para o trabalho que é preciso reforçar, junto da população.”

Dirigindo-se a cada um dos TSD’s presentes, Prada sublinhou a importância de esclarecer a população acerca do que foi conseguido graças à boa governação de Miguel Albuquerque, na Região. “O Governo Regional do PSD defendeu os direitos dos trabalhadores madeirenses e porto-santenses, sempre num clima de paz social, laboral e política. Uma realidade bem diferente daquela que existe ao nível nacional”, constatou.

“Vejam-se os exemplos que infelizmente são recorrentes no continente português, onde diariamente assistimos ao descontentamento dos trabalhadores e à luta pelos direitos que, apesar de consagrados, são ignorados pelo Governo central. Não é isso que queremos para o nosso futuro, não queremos greves nem instabilidade na nossa Região, porque isso seria recuar no tempo e destruir tudo aquilo que foi feito, ao longo dos últimos anos”, disse.

Na saúde, na educação, na administração pública regional e em muitos outros setores de atividade, “houve diálogo, entendimento e concertação social e, tivemos na Região, a preocupação de ir ao encontro do que os trabalhadores pretendiam”, reforçou, na ocasião, o social-democrata, afirmando que, concretamente no caso dos professores e dos enfermeiros, “a Região foi pioneira e fez aquilo que a governação socialista de António Costa desvalorizou, prejudicando milhares de profissionais nos seus direitos”.

Uma estratégia de valorização e dignificação das diferentes classes profissionais que é para manter no futuro e consta, aliás, das prioridades a apresentar pelo seu partido, para o futuro mandato, conforme assegurou o secretário-geral.