PPM preocupado com o flagelo dos incêndios florestais

"Uma vez mais assistimos a um Portugal que na época de verão volta a ser assolado pelo flagelo dos incêndios florestais", lamenta o PPM, que diz não compreender como é que após mais um ano em que se anunciaram várias medidas para o combate aos incêndios, continue tudo na mesma.

"O que neste momento assistimos, é um autêntico falhanço uma vez mais deste governo português", denuncia o porta-voz do PPM, Paulo Brito.

"Quando vemos bombeiros a lutar arduamente contra os fogos e recebem para um turno de serviço uma sandes, uma peça de fruta e uma garrafa de água? O PPM simplesmente acha inadmissível que quem dá tudo por tudo para combater este flagelo seja tratado desta forma pelos Srs. que estão na Assembleia da Republica", sublinha, dizendo ter conhecimento que "de que há corporações de bombeiros que desde o mês de novembro do ano passado que não recebem um cêntimo do subsídio de gasóleo a que têm direito para abastecer as viaturas de emergência".

"Assistimos também às 'turras', entre as várias entidades que estão ligadas ao combate a incêndios onde todos deveriam estar ligados a uma causa, estão mais preocupados em dar voz de prisão aos senhores comandantes das corporações, para além de também as próprias autarquias que deveriam ser as primeiras a dar apoio a estes profissionais, alugam um autocarro sem as mínimas condições de circulação para quem está exausto depois de varias horas a combater um inimigo que não dá tréguas".

O PPM diz estar "deveras revoltado com estes governantes de publicidades enganosas que dizem estar tudo a 100%, na teoria, mas na prática uma vez mais assistimos a esta vergonhosa situação em que o País se encontra no combate aos incêndios".