Emigrantes gostavam de ter voz na Assembleia Legislativa da Madeira

Paula Abreu

Um dos oradores da mesa redonda sobre a participação política dos portugueses nos países de acolhimento, no âmbito do Fórum Madeira Global, Eugénio Perregil, defendeu que os emigrantes “sentem necessidade, desejo e voz na Assembleia Legislativa da Madeira”.

É o que tem sentido nos contactos que tem estabelecido com as comunidades madeirenses, nomeadamente no Reino Unido.

Já Manuel Correia de Jesus, que se expressou também sobre a importância dos emigrantes para o desenvolvimento da economia regional, lamentou alguma “madeirafobia” que possa existir em relação aos emigrantes com origem na Madeira.

Por outro lado, enalteceu a importância do associativismo jovem e empresarial das comunidades. A seu ver, a projeção, anteriormente, focada pelo secretário de Estado das Comunidades, “só se consegue através desses dois tipos de associativismo com os lusodescendentes. Podemos ir mais longe”, defendeu o antigo governante.