PPM Madeira critica "governo da 'geringonça'" pelo financiamento dos bancos

O PPM Madeira criticou, em comunicado o "governo da 'geringonça', que há um ano atrás fez um aumento dos salários dos novos funcionários do Banco de Portugal em 50%, mas um ano depois vem dizer que não há dinheiro para os aumentos dos restantes portugueses."

A nota, assinada por Paulo Brito, critica também o "sr. primeiro-ministro, que ameaçou pôr o lugar à disposição perante as greves dos professores a reivindicar direitos que lhes foram retirados aquando a entrada da troica em Portugal, mas com a promessa de que esses direitos iriam ser repostos." Perante estas duas situações o PPM conclui que "este Governo continua a beneficiar a banca e os banqueiros em detrimento das outras profissões em Portugal."

"Este Governo continua a ter milhões para financiar a banca, como o caso do Novo Banco, mas não tem alguns tostões para um aumento salarial de quem trabalha até à idade da reforma dos 66 anos e que já foi falado em voltar a aumentar a idade!Bancos esses que perdoam 116 milhões ao sr. empresário Pereira Coutinho, bancos esses que já vieram “reclamar” pela cobrança de tachas para a utilização das caixas multibanco, sendo uma vez mais o Zé Povinho a pagar os luxos e dívidas destes senhores", acrescenta Paulo Brito.

"Nós PPM, estamos totalmente contra o constante financiamento dos bancos, pois se eles podem penhorar um simples cidadão que não pode pagar o empréstimo da casa entre outros, qual a razão de “uns serem filhos e outros enteados", conclui a nota do partido.