SESARAM diz que existem faturas pendentes de 36 empresas e taxistas

O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM) emitiu ontem um comunicado em que garante que “foram efetuados os pagamentos aos taxistas e/ou empresas prestadoras deste serviço de transporte de doentes não urgentes, relativamente aos transportes realizados até abril de 2018 aos prestadores abrangidos no âmbito deste protocolo que apresentaram faturas regularizadas”.

No total, acrescenta o SESARAM, já foi pago um valor total de 155.757,75 euros às empresas e taxistas que apresentaram as faturas em conformidade com a legislação em vigor, emitidas até abril de 2018.

No entanto, salienta o Serviço de Saúde, relativamente ao mesmo período, “existem faturas pendentes por razões várias, nomeadamente de 36 empresas/taxistas que ainda não emitiram faturas e/ou que recusam-se a corrigir as faturas emitidas irregularmente”, pelo que, indica o SESARAM, “importa reforçar que a resolução desta situação só é possível se todos os envolvidos participarem no processo”. “O SESARAM esteve e continua a estar disponível para esclarecer eventuais dúvidas que possam surgir”, acrescenta.

No comunicado é ainda referido que “existem pagamentos em atraso, referente ao período posterior a abril de 2018, cuja regularização está prevista iniciar-se já a partir do próximo dia 24 de janeiro, sendo que até abril de 2019, o SESARAM pretende regularizar os pagamentos relativos ao transporte de doentes não urgentes realizados no ano 2018”.

Sobre o protocolo celebrado com a AITRAM para a realização do transporte de doentes não urgentes, garante que “é relevante para o SESARAM porque assegura parte dos transportes não urgentes necessários à atividade do Serviço de Saúde”.

“A forte adesão ao protocolo (215 aderentes) por parte dos prestadores deste serviço de transporte, é demonstrativa da importância deste protocolo (e do cliente SESARAM) para estas empresas/taxistas aderentes, ou seja, é benéfico para ambas as partes”, pode ler-se no comunicado, antes de ressalvar que “integram o protocolo os prestadores que nele acreditam e encontram benefícios ao exercício da sua atividade”.