Câmara do Funchal mantém IMI na taxa mínima

Carla Ribeiro

A Câmara Municipal do Funchal vai manter a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis. A garantia foi deixada esta tarde por Paulo Cafôfo, no final da reunião habitual das quintas-feiras.

Quando o presidente da Câmara chegou à Autarquia funchalense, a taxa do IMI estava nos 0.35. Cafôfo e a sua equipa decidiram baixar para 0.30 e vão mantê-la assim com a aprovação dos partidos da oposição. Contudo, o PSD, pela voz de Elias Homem de Gouveia, disse que não havia necessidade de agravar o IMI para os edifícios em ruinas, assim como para os prédios devolutos. Os sociais-democratas dizem também ter visto recusada a sua proposta para uma Sociedade de Reabilitação Urbana. Esta Sociedade faria com que a Câmara Municipal melhor ajustasse a sua função social ao que é a reabilitação urbana.

Já o CDS congratulou-se com a taxa mínima do IMI e também com os valores concretos aplicados à famílias numerosas. Quanto ao agravamento do IMI aos detentores de prédios devolutos há mais de um ano, o vereador centrista, Luis Miguel rosa, realçou que o agravamento poderá ser um desincentivo.

Paulo Cafôfo, disse que além do IMI na taxa mínima, há de realçar o facto de serem 8 mil, as famílias que vão beneficiar do IMI familiar.