Rastreios do cancro do colo do útero e colo-retal avançam em 2019 na Madeira

Carla Ribeiro

A partir do próximo ano, o Centro de Rastreio da Região Autónoma da Madeira vai contar, além dos rastreios ao cancro da mama e da retinopatia diabética, com os rastreios ao cancro do colo do útero e do cancro colo-retal. Ao início desta tarde, o secretário regional da Saúde deu conhecimento desta realidade numa visita que efetuou à unidade móvel do rastreio do cancro da mama, que se encontra em Machico até janeiro do próximo ano e que deverá atender 4.200 mulheres de todas as freguesias.

Na oportunidade, Pedro Ramos adiantou também que a taxa de adesão aos rastreios feitos na Madeira é cada vez maior. No que toca à taxa de adesão ao rastreio do cancro da mama, refira-se que a mesma está nos 70%. De sublinhar que uma em cada dez mulheres pode vir a ter este tipo de tumor. Na Madeira, a cada ano, surgem cem novos casos mas a taxa de sobrevivência está nos 80%. O governante diz que apesar de o cancro da mama ser um tumor muito frequente nas mulheres não é o mais mortal.

O rastreio que decorre em Machico está integrado na sétima volta aos concelhos da Região. Refira-se que em 2019, a Madeira assinala 20 anos de rastreio ao cancro da mama e Pedro Ramos está satisfeito com os resultados conseguidos.