TSD regozija-se com crescimento económico e redução de desempregados na Madeira

Reunidos na última quinta-feira, em Conselho Regional, os trabalhadores social-democratas regozijaram-se “com o contínuo crescimento económico na Região Autónoma da Madeira, a par da descida, mais uma vez, do número de desempregados, sublinhando que há sete anos que esse número tem vindo a descer”, referiram em comunicado.

Nas conclusões deste encontro, os TSD afirmaram que o Governo Regional tem desenvolvido uma “ação política dirigida aos funcionários públicos, nomeadamente tendo em atenção a necessidade de recuperar todo o tempo do serviço prestado durante os anos de congelamento e, tendo em foco a necessidade de reconhecimento e valorização do trabalho” prestado por estes trabalhadores.

Deram a exemplo da resolução dos problemas dos enfermeiros que trabalham na Madeira e recordaram “igualmente as medidas propostas pelo Governo Regional relativamente ao alargamento do período de férias dos trabalhadores da Região”.

“A recuperação do tempo de serviço dos professores e educadores – 9 anos 4 meses e 2 dias -prova que palavra dada pelo Governo PSD da Madeira é palavra honrada”, sublinha o partido.

Nesse contexto, os TSD repudiam “as declarações públicas negativas e graves do senhor Primeiro-ministro, António Costa, e do seu Ministro da Educação, sobre a recuperação do tempo dos professores congelado por iniciativa dos governos socialistas de Sócrates, onde António Costa teve assento”, lê-se na mesma nota

Repudiam também “as ações centralistas e colonialistas do Governo de António Costa relativamente à Madeira, num exercício claramente atentatório da dignidade dos madeirenses com óbvios objetivos de carácter político partidário” e a utilização da máquina do governo central para reprimir e castigar os madeirenses e porto-santenses com meros fins eleitoralistas”, exigindo “urgência e empenho por parte da República na resolução do problema da continuidade territorial, com especial incidência para um subsídio social de mobilidade”.

Os TSD lamentaram também que a Região continue a ser “exageradamente discriminada, pelo próprio Governo Nacional”, ao “contrário da União Europeia que continua a apoiar as regiões, nomeadamente a Madeira.