Trabalhadores Sociais Democratas saúdam medida para recuperação do tempo de serviço dos docentes

Os Trabalhadores Sociais Democratas elogiaram, através de um comunicado assinado pelo secretário coordenador, Gilberto Pita, a recente proposta do Governo Regional para a recuperação do tempo de serviço não contabilizado dos professores e educadores na Madeira.

A nota salienta o cumprimento de uma promessa dos sociais democratas, saudando a medida do Executivo liderado por Miguel Albuqerque, além das críticas às "declarações públicas negativas" do primeiro-ministro e do ministro da Educação sobre o tema, sublinhando que o congelamento surgiu por iniciativa dos governos de José Sócrates, quando António Costa foi ministro de Estado e da Administralção Interna.


Leia o comunicado na íntegra:


SOBRE A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO DOS PROFESSORES E EDUCADORES DA RAM


  1. Os Trabalhadores Sociais-Democratas da Madeira saúdam a recente medida do Governo Regional da Madeira, visando a recuperação total do tempo (9 anos, 4 meses e 2 dias) de serviço prestado e não contado dos Professores e Educadores da RAM.
  2. A medida fora prometida pelo próprio presidente do Governo, Dr. Miguel Albuquerque, em sintonia com a Tutela Educativa do Dr. Jorge Carvalho no seio da organização dos TSD/Madeira.
  3. A procura da justiça social está no cerne do que achamos ser caminho certo para cumprir os desejos povos da Madeira e Porto Santo. Advogamos e fazemos a audição dos militantes, da população e da sociedade civil, para construir as melhores políticas que defendam os interesses concretos da autonomia da RAM e dos madeirenses.
  4. Os Sociais-democratas prometem e cumprem. Não fazemos como outros. Palavra dada é palavra honrada. Somos assim, somos diferentes.
  5. É por isso que repudiamos as declarações públicas negativas do senhor Primeiro-ministro António Costa e do Ministro da Educação sobre a recuperação do tempo dos professores congelado por iniciativa dos governos socialistas de Sócrates, onde António Costa teve assento.
  6. Estamos contra os “judas-marionetes” que querem vender a autonomia por 30 moedas. Há demasiadas atitudes falsas e atentatórias da dignidade humana dos madeirenses e porto-santenses.
  7. Pela democracia, pela justiça social, pela autonomia e, pelos direitos constitucionais dos povos insulares.

Funchal, 13 de junho de 2018


O Secretário Coordenador dos TSD/Madeira


Gilberto Pita