Discussão sobre plano de ação para coesão social reuniu 30 representantes de instituições em Câmara de Lobos

Decorreu esta tarde, no Museu de Imprensa da Madeira, o segundo encontro da plataforma concelhia de parceiros sociais de Câmara de Lobos, que reuniu cerca de 30 representantes de instituições sociais e entidades governamentais, para debater e apreciar o plano de ação para a Coesão Social 2018-2021 do concelho de Câmara de Lobos.

O encontro insere-se no projeto de Intervenção Social Participada, iniciado em 2015, no qual o município promoveu o diagnóstico social do concelho, tendo sido recolhidos contributos e informações que permitiram mapear indicadores de caraterização do concelho essenciais para o seu conhecimento e definição das políticas públicas municipais.

Decorrente desse processo, em 2016 foi apresentado o primeiro Plano de Ação para a Coesão Social, através do qual foram implementadas um conjunto de medidas tendentes à promoção da qualidade de vida das populações do concelho, reforço da coesão social e o estabelecimento de parcerias tendo em vista a melhoria das respostas sociais para solucionar as problemáticas sociais do município.

É nesta linha de ação que o executivo municipal promoveu o segundo encontro da plataforma concelhia de parceiros sociais de Câmara de Lobos, para debater e rever o plano de ação para a coesão social.

Segundo a vereadora com o pelouro da Intervenção Social, Vanessa Azevedo, o processo de revisão do plano de ação para a coesão social foi iniciado no passado mês de fevereiro, através da realização de um encontro participativo com os parceiros sociais, culturais e desportivos da freguesia do Jardim da Serra.

Naquele encontro, os parceiros sociais debateram as problemáticas da freguesia e apresentaram um conjunto de propostas de ação a implementar no quadriénio 2018-2021. Igual procedimento foi realizado nas restantes freguesias do concelho.

No encontro de parceiros sociais ocorrido hoje, foi apresentada a nova proposta de Plano de Ação para a Coesão Social 2018-2021, seguindo-se uma mesa redonda para debate das propostas setoriais e recolha de novos contributos de melhoria.

Segundo a vereadora Vanessa Azevedo, “a proposta de plano de ação compreende cerca de 40 medidas de intervenção prioritária para responder a carências e problemáticas sociais mais prementes do concelho, medidas estas que são transversais a quatro eixos de intervenção, nomeadamente ao nível da valorização do capital humano, inovação e empreendedorismo social; do reforço dos equipamentos e respostas sociais; da proteção das comunidades e de grupos socialmente vulneráveis; e do incremento da corresponsabilidade, cidadania e participação.”

Decorrente deste encontro, a autarquia irá coligir a proposta final de plano de ação, sendo que até final do mês de maio os parceiros sociais irão validar a sua conformidade e compromisso de implementação.