Mais de 35 mil vacinas administradas na Madeira

Lusa

Entre 31 de dezembro de 2020 e 14 de março deste ano foram administradas na Região Autónoma da Madeira 35.133 vacinas contra a covid-19, informou hoje o Governo Regional.

“Do número total de vacinas administradas (35.133), 22.051 correspondem à administração da primeira dose e 13.082 foram segundas doses da vacina”, lê-se na nota distribuída pelo gabinete do secretário regional da Saúde e Proteção Civil.

O executivo insular realça que “as pessoas vacinadas integram os grupos prioritários definidos no Plano Regional de Vacinação contra a covid-19 na Madeira, de acordo com a alocação das vacinas à região”, sublinhando a “continuidade da vacinação das pessoas com mais de 80 anos”.

A nota refere que, “até ao dia 14 de março, 72% da pessoas residentes na região com mais de 80 anos já receberam a primeira dose da vacina e 32% destas têm a vacinação completa, mais concretamente 3.571 pessoas”.

O Plano Regional de Vacinação covid-19 da Madeira estabelece três fases, a começar pelos grupos prioritários, ao que se seguem as pessoas com comorbilidades e, depois, o resto da população.

A estimativa aponta que sejam vacinadas 50 mil pessoas na primeira fase, outras 50 mil na segunda fase e, por fim, 100 mil pessoas.

O presidente do Governo da Madeira, de coligação PSD/CDS, o social-democrata Miguel Albuquerque, afirmou que o objetivo do executivo insular é atingir 70% da população do arquipélago vacinada até setembro deste ano.

A Madeira começou a vacinar contra a covid-19 em 31 de dezembro de 2020, depois da chegada do primeiro lote de vacinas à região (9.750 doses) nesse dia.

Recebeu em 01 de fevereiro um outro lote com 5.850 vacinas da Pfizer e, em 05 de março, chegaram à região mais 8.500 da AstraZeneca.

De acordo com o secretário da Saúde da Madeira, Pedro Ramos, a região deverá receber outro lote de 17.550 vacinas da Pfizer, perfazendo um total de 51.225 doses, o que permitirá administrar a vacina a 25.000 pessoas, cerca de 10% da população do arquipélago.

Em 15 de março, a Direção Regional de Saúde anunciou a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca programada no arquipélago, mantendo a da Pfizer.

As autoridades de saúde nacionais também decidiram neste dia suspender o uso da vacina da AstraZeneca contra a covid-19 por "precaução".