Madeira vai melhorar a vigilância sísmica com novos equipamentos

Iolanda Chaves

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê a instalação "a curto ou médio prazo" de cinco novos sismógrafos e 20 estações acelerométricas "de forma a melhorar, em especial, a localização dos sismos e a respetiva profundidade", revelou ao JM o delegado regional do IPMA, Victor Prior.

Faz este domingo um ano que a Madeira tremeu devido a um sismo com magnitude de 5.2, na escala de Ritcher.

Victor Primor lembra que apesar de ter sido um sismo de intensidade significativa, a Madeira está localizada "numa zona geográfica de pouca perigosidade sísmica comparada com outras regiões do planeta, incluindo o território Continental e os Açores".

“No entanto, as populações deverão sempre estar preparadas e seguir as instruções e recomendações a serem seguidas em caso de sismo”, aconselha vivamente.

Atualmente, no arquipélago da Madeira, o IPMA tem uma rede constituída por cinco sismógrafos, localizados no Funchal/Observatório Meteorológico, Chão do Areeiro, Santa/Porto Moniz, Porto Santo/Vila Baleira e Porto Santo/Pico Castelo integrado em sistema que permite difundir a nível regional a magnitude e intensidade dos sismos em cerca de um a dois minutos.