PSD diz que se não fosse o seu partido, "nada era feito a favor da segurança no Funchal”

“É no mínimo estranho que o executivo municipal do Funchal anuncie que vai celebrar um Contrato Local de Segurança com o Ministério da Administração Interna – de modo a combater a crescente insegurança que se vive na cidade – apoderando-se de uma ideia do PSD que não só foi apresentada como foi aprovada, em sede de Assembleia Municipal, no passado dia 19 de outubro, embora não tenha avançado, até hoje”, afirma a concelhia do PSD Funchal, que lamenta, desta forma, “o aproveitamento político e a falta de seriedade de uma autarquia que, sem ideias ou sequer algum projeto para desenvolver nesta área, recorre a propostas que nem são suas para fingir uma preocupação que nunca soube assumir com a segurança da cidade”.

Aliás, reforçam os social-democratas, “caso este executivo tivesse tido capacidade de ser proativo e de agir, em conformidade e de forma antecipada, nesta matéria, não assistíamos, infelizmente, ao sentimento de insegurança e aos recorrentes episódios de delinquência, vandalismo e criminalidade que têm marcado os últimos tempos na cidade do Funchal”.

Concelhia do PSD Funchal que reitera que, conforme consta da proposta apresentada e aprovada em Assembleia Municipal, a 19 de outubro, “o PSD defendia a implementação de um Contrato Local de Segurança com a Polícia de Segurança Pública, como forma de prevenção de fenómenos criminais e comportamentos antissociais, no sentido de devolver à cidade do Funchal, a tranquilidade, a segurança e a dinâmica que lhe são características”.

“É lamentável que o presidente do executivo se limite a copiar propostas que primeiro ignora e relega para segundo plano, quando o que devia fazer era esquecer os seus interesses políticos e partidários e intervir, em conjunto, a favor de todos os munícipes, sendo esta sua atitude – que já não é nova – mais um exemplo da sua desonestidade política, numa postura que há muito já não serve ao presente nem muito menos servirá ao futuro deste concelho”, rematam os social-democratas.