O nome de Rubina Leal consta das listas nacionais do PSD que foram anunciadas por Luís Montenegro, ao final da tarde, no Congresso Nacional que decorre em Anadia, distrito de Viseu.
Convidada pelo JM a comentar a decisão, até porque se encontra entra os delegados ausentes do Congresso, a presidente da Assembleia Legislativa da Madeira diz que aceita o desafio na expetativa de que os dossiers sobre a Região avancem e avisa que não esquece a forma como os deputados do PSD-M foram tratados pelo partido na Assembleia da República.
E acrescenta, na mesma resposta ao Jornal: “Tinha duas hipóteses: rejeitava o convite e ficava na zona de conforto; ou assumia o desafio para defender a minha terra em Lisboa.”
“Nunca me neguei a cumprir os desafios que o PSD entendeu confiar-me, fossem eles mais fáceis ou mais exigentes. Ao longo do meu percurso político, sempre procurei corresponder às responsabilidades que me foram atribuídas, colocando o interesse coletivo acima de qualquer conveniência pessoal”, declara Rubina Leal ao JM.
Adianta que espera que “os dossiers que dizem respeito à Madeira possam conhecer os avanços e as soluções que a Região legitimamente reclama” e que encara como um compromisso do partido.
“Assumo estas funções sem esquecer aquilo que aconteceu no passado recente, nomeadamente a forma como a Madeira e os deputados eleitos pela Região para a Assembleia da República foram tratados durante a discussão das questões relacionadas com a mobilidade. Foram momentos que deixaram marcas e que não devem ser ignorados”, acrescenta a dirigente madeirense.
Rubina Leal afirma que será uma voz atenta, ativa e firme. “A Madeira estará sempre em primeiro lugar nas posições que assumirei e nas intervenções que fizer”, promete a presidente.