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Região testa resposta a cenários com múltiplas vítimas em exercício de necrotério provisório

Data de publicação
30 Abril 2026
14:42

A Região Autónoma da Madeira testou, esta quinta-feira, a resposta a cenários com múltiplas vítimas, através de um exercício integrado numa formação dedicada aos serviços mortuários em contexto de catástrofe, informou o Governo Regional em comunicado.

A iniciativa, da responsabilidade do Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC), incluiu a componente prática da primeira ação de formação realizada na Região especificamente centrada nos “Serviços Mortuários em Cenários de Multivítimas”. A secretária regional de Saúde e Proteção Civil, Micaela Fonseca de Freitas, acompanhou os trabalhos no Centro de Salvamento Costeiro do SANAS Madeira.

De acordo com o comunicado, este exercício assinalou o teste setorial do Plano Regional de Emergência. Durante a manhã, as equipas instalaram um necrotério provisório nas instalações do aeroporto internacional. Já durante a tarde, o treino evoluiu para a movimentação de meios no terreno, com enfoque na articulação entre serviços e agentes de proteção civil, entidades cooperantes e peritos forenses, bem como na logística associada ao transporte de vítimas mortais.

Segundo a governante, citada na nota, este tipo de treino é essencial para aferir a eficácia dos procedimentos previstos no Plano Regional de Emergência e Proteção Civil.

Para garantir o rigor técnico da operação, a Região contou com a colaboração do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e do Ministério Público.

Micaela Freitas salientou ainda que a gestão de vítimas mortais em situações de grande dimensão vai além da componente operacional, sublinhando tratar-se de “um ato de humanidade”, que visa respeitar as vítimas e apoiar as suas famílias.

De acordo com o executivo, a Madeira possui experiência consolidada nesta área e infraestruturas específicas, já testadas em ocorrências reais, como o temporal de 20 de fevereiro, sendo também a única região do país com um necrotério construído de raiz para este tipo de cenários.

A formação terminou com uma reunião de avaliação, destinada a analisar o desempenho das equipas envolvidas e a eficácia dos procedimentos adotados.

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