Pelo PSD, Brício Araújo aclarou hoje, no período antes da ordem do dia da Assembleia, que a mobilidade e a continuidade territorial são matérias fundamentais para a Região, sublinhando que se tratam de competências da responsabilidade do Estado.
Na sua intervenção, o parlamentar do PSD arrasou o atual modelo de reembolso das viagens aéreas, considerando que o recurso a uma plataforma digital para inserção de dados pelos passageiros não constitui uma solução aceitável.
“Não podemos aceitar que, fazendo uma compra, tenham de ser os madeirenses, em pleno século XXI, a introduzir os dados na plataforma”, observou. Brício Araújo fundamentou que o processo deveria ser significativamente mais simples para os cidadãos. “Apenas deveríamos validar”, acrescentou.
O deputado sustentou que a resolução dos constrangimentos associados ao subsídio de mobilidade exige o envolvimento direto das transportadoras aéreas, apontando que parte do problema reside na forma como estas participam no sistema.
“O problema são as companhias aéreas, que têm de estar envolvidas nesta dinâmica”, afirmou, referindo em particular o caso da TAP, companhia de bandeira.
O social-democrata reiterou que o PSD continuará a acompanhar o processo e a defender alterações que facilitem o acesso dos residentes ao regime de mobilidade.
“O PSD continuará a trabalhar para defender a sua população.”
As declarações são proferidas durante o debate sobre a mobilidade aérea no PAOD da Assembleia Legislativa, tema que, por esta hora, volta a centrar as intervenções dos deputados devido às alterações em curso.