“A autonomia é uma obra concretizada, mas também é uma obra inacabada”. No seu discurso, a presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, afirmou que “a Madeira de hoje nada tem a ver com a Madeira do passado”, denotando a evolução alcançada em diversas matérias e que a referência ao quotidiano madeirense, antes da constituição, serve de exemplo.
O aumento da esperança de vida, o PIB per capita a superar a média nacional, resultaram “da vontade do nosso povo: em fazer da Madeira aquilo que os madeirenses quiserem”.
Mais sublinhou que a Madeira europeia projeta a Região como pilar do mundo Atlântico. “Quando falamos da Madeira (...) falamos de uma parcela decisiva da presença de Portugal no Atlântico”.
Rubina Leal, já no final do seu discurso, deixou um recado ao Estado, dizendo que não podemos ser periferia no exercício dos diretos consagrados. Apelou que “é necessário que o Estado cumpra com o princípio da continuidade territorial”.