Terça-feira, uma manhã solarenga no Lugar de Baixo, Ponta do Sol. O nosso destino foi a lagoa que abriga várias aves aquáticas e limícolas, que deambulam no local ou se escondem entre os caniços e o mato que cobrem a área e ‘fecham’ o curso da água.
Ali, com sinais de abandono e falta de limpeza, notando-se resíduos como garrafas, papéis ou carteiras de cigarro atirados para o interior do espaço vedado, e a água suja da lagoa, alguns patos espreitavam a nossa equipa de reportagem, quem sabe pensando se teriam comida. Um pequeno araçaleiro era debicado por um ou outro pato, que também aceitavam os araçás que lhes íamos atirando.
Aliás, estas aves não se mostram tímidas quando veem pessoas. Vão ao seu encontro precisamente à procura de comida. Ao longo dos anos, sabe-se que algumas pessoas se deslocam àquele ‘santuário’ para alimentar a avifauna composta por aves residentes e migratórias.
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