Pelo PSD, Bruno Melim afirmou hoje, durante o PAOD na AlRAM, que o PSD não se opõe ao fim dos tetos máximos aplicados ao subsídio de mobilidade, mas mantém reservas quanto à forma como o novo modelo poderá funcionar.
“O PSD não é contra o fim dos tetos máximos, temos simplesmente reservas quanto ao seu funcionamento”, declarou Bruno Melim.
Segundo o social-democrata, existe um consenso alargado entre as forças políticas quanto à eliminação dos limites máximos atualmente em vigor, salientando que todos os partidos representados se mostraram favoráveis a essa alteração, com exceção do Chega.
Ao abordar as mudanças previstas para o regime de mobilidade entre ilhas, Bruno Melim reconheceu que as alterações introduzidas são “complexas”, defendendo, contudo, que essa complexidade não pode justificar atrasos prolongados na apreciação parlamentar da matéria.
“Nós não vamos aceitar nem vamos fazer o mesmo que o Partido Socialista da Madeira fez”, frisou.
O deputado criticou ainda o tempo decorrido sem que a proposta fosse debatida, apontando diretamente ao que considera ter sido a atuação anterior dos socialistas madeirenses.
“Não vamos aceitar que uma lei desta natureza fique dois anos na gaveta a aguardar para ser discutida”, disse Bruno Melim.