Questionado, por José Manuel Rodrigues, sobre a possibilidade de, no futuro, leigos poderem fazer formação clérica, Estévão Fernandes respondeu que "não me escandaliza nada que a Igreja possa no futuro confiar em leigos para fazer uma formação superior".
Se tal acontecesse, "deixaria de ser uma formação clericalista e passaria a ser aberta, que aposta na competência de leigos e investe em leigos para serem ‘protagonistas’ da evangelização", expressa o sacerdote.
"Creio que para lá caminhamos", revelou, tendo em consideração que esta é já uma realidade na Alemanha.
Lígia Neves