O NÓS, Cidadãos! defendeu, hoje, a gratuitidade dos transportes públicos gratuitos até aos 23 anos já no próximo ano letivo.
Numa nota enviada à redação, o movimento afirma que, apesar das férias de verão que se aproximam, várias famílias já fazem contas para o "longo e aterrador mês de setembro", quando é preciso comprar novos materiais escolares e livros para o ano letivo 2023-2024.
"Na Região Autónoma da Madeira, face à conjuntura económica atual, muitas famílias madeirenses continuam a passar por grandes dificuldades, situação que devia ser tida em conta pelo Governo Regional liderado por Miguel Albuquerque, o qual tem neste momento um acréscimo significativo de receita fiscal que lhe permite distribuir de forma mais equitativa parte da riqueza gerada e, deste modo, melhorar a vida da população", defende o NÓS, Cidadãos!, que mais recorda o aumento brutal do custo de vida nos últimos meses com a escalada da inflação.
"O presidente do Governo Regional, no dia 6 de setembro de 2022, garantiu que o seu executivo Regional iria conceder apoios às famílias e às empresas, complementando os apoios do Governo da República, de forma a fazer face à subida dos preços. No entanto, pouco fez!", acusou o movimento.
É neste sentido que o NÓS, Cidadãos! pede ao atual líder do Governo Regional que os jovens até aos 23 anos possam andar gratuitamente nos transportes públicos da Região já a partir do começo do próximo ano letivo.
"NÓS, Cidadãos! lembramos que esta medida oferece várias vantagens como a redução no consumo dos combustíveis fósseis, o aliviar do transito e estacionamento no centro das cidades, ajuda a mitigar a questão do ruído e poluição…, tudo questões importantes para governação das cidades na atualidade. Mais: sabemos que temos de caminhar para um mundo com menos carbono e isto significa uma mobilidade mais "suave", mais elétrica e menos fóssil… e com menor recurso ao automóvel particular, ou seja, com uma utilização massiva do transporte coletivo e público", frisou.
Por último, o movimento recorda ainda que a adoção desta medida se insere nas relevantes metas de sustentabilidade ambiental, bem como no combate às alterações climáticas e de uma mobilidade mais acessível.
Lusa