O MPT, em comunicado à imprensa, reforça que é "tempo de aferir se as projeções do CLIMAAT II B são verdadeiras", tendo em conta que os efeitos foram estudados em 2006.
"A estimativa de redução de precipitação era de 30% até 2039, e já há um estudo que advoga que essa redução já se situa nos 50%", dá conta o Partido da Terra.
Neste sentido, "o MPT sugere que seja feita a aferição da evolução do clima da Região tendo em conta a meteorologia sentida nos últimos 5 anos", tendo em consideração que as alterações climáticas "afetarão a quantidade de água, a intensidade de precipitação, a temperatura do ar, a humidade relativa e, a ocorrência de fenómenos extremos tais como secas e tempestades", fatores que irão afetar "a fauna e a flora regional (incluindo a sua dispersão): a agricultura, florestas, biodiversidade, e também, a saúde humana, a energia e o turismo", além dos edifícios, os quais " deveriam ser afetados pelas projeções de alterações climáticas por via da necessidade de suportar vagas de calor e tempestades".