Miguel Castro, Chega, alinhou-se pela necessidade de alterações mais profundas no enquadramento legal da imigração, incluindo a possibilidade de uma revisão constitucional que contemple especificamente esta matéria.
O parlamentar criticou aquilo que considera ser a influência persistente da esquerda em vários setores do Estado, argumentando que essa realidade tem impedido a adoção de políticas mais restritivas e eficazes na área da imigração.
“Enquanto houver partes do Estado minadas pela esquerda, Portugal nunca terá uma lei que salvaguarde as pessoas”, afirmou.
Miguel Castro falou no bloqueio de propostas apresentadas pelo Chega nesta matéria e questionou a disponibilidade do PSD para avançar com alterações constitucionais que permitam enquadrar de forma mais clara a política migratória.
“Está o seu partido aberto a uma revisão constitucional que adapte a lei da imigração? Está ou não o seu partido aberto a que uma revisão constitucional contemple um capítulo sobre a lei da imigração?”, questionou.
“O PSD tem andado a brincar durante 50 anos com esta questão”, declarou.
“Temos de proteger Portugal e a identidade portuguesa”, afirmou num pedido de esclarecimento dirigido a Carlos Fernandes.