O CDS-Madeira apontou, hoje o dedo à maioria absoluta do Partido Socialista, considerado que esta "está a revelar-se profundamente perversa para os pensionistas".
Foi esta a posição firmada por António Lopes da Fonseca, líder parlamentar do CDS-PP, em conferência de imprensa, realizada esta manhã, na ALRAM, na qual reiterou ainda que lamentavelmente, os portugueses já não podem confiar no partido de António Costa, apesar de ser ter passado apenas pouco mais de um ano do mandato onde obteve maioria absoluta.
"António Costa ganhou as eleições à custa dos pensionistas e, passado uns meses, enganou-os profundamente, cativando mais de mil milhões das suas pensões no último Orçamento de Estado", afirmou o centrista, recordando que, esta semana, António Costa e o Partido Socialista vieram reconhecer a irregularidade que cometeram relativamente às pensões dos portugueses, onde se incluem também os madeirenses e porto-santenses.
E neste sentido, continuou Lopes da Fonseca, "vieram anunciar que iriam devolver os 50% das pensões aos portugueses porque, efetivamente, tinha havido uma irregularidade através da cativação de mil milhões de euros das suas pensões". "Isto é o Partido Socialista no seu melhor", atirou ainda, que frisa que na Madeira "a coligação PSD/CDS tem mostrado um caminho diferente": o da "transparência".
A este propósito, afirmou que "governar bem na Madeira é devolver o IRS às famílias, é devolver os 30% (o máximo permitido por lei), nos primeiros quatro escalões".
"Foram mais de 100 milhões de euros devolvidos aos madeirenses e porto-santenses. Governar bem na Madeira é ter a taxa de IRC mais baixa de todas as taxas para as empresas regionais. Governar bem na Madeira é apoiar as famílias nas dificuldades que têm tido, sobretudo para fazer face aos aumentos das taxas de juros aos seus créditos habitação. Governar bem na Madeira é apoiar complementarmente os idosos através de um apoio. Governar bem na Madeira é governar para as famílias poderem pagar apenas 65% nas viagens dos seus jovens que estão a estudar no continente porque, da parte do Estado, nunca houve esse contributo. Governar bem na Madeira é tornar a nossa Região uma das mais competitivas da União Europeia. E os resultados apresentados recentemente pela Comissão Europeia indicam que a Madeira está no TOP 3 das Regiões Europeias que mais progrediram entre 2016 e 2022", frisou.
Lopes da Fonseca sublinhou ainda que o Índice de Competitividade Regional é como o algodão: "não engana". "E isto demonstra que o Governo Regional está no caminho certo", concluiu.
Redação